(Nota: este artigo ia ter outro título, mas aparentemente só os artigos sobre put*s é que atraem gente)
Aqueles que me conhecem sabem, e os que não conhecem passam a saber, que moro ao lado duma quinta onde trabalham "meninas da vida". Em todos os anos em que vivi aqui não conhecia mais sobre dito estabelecimento do que o portão de entrada.
Pois nestes últimos dias em que vaguear pela internet é a única opção viável de vida, deparei-me com uma história dum especialista em casas de alterne sobre (inserir suspense dramático e a batida "sim adivinharam") a Quinta de S. José, ou seja, a quinta à minha beira.
Toda o texto é puro riso para aqueles como nós (pelo menos eu) pouco familiares com este mundo do alterne (embora agora tenho ficado curioso). Mas vou-me calar e deixar o mestre falar.
"entro pela quinta e sinceramente... é fenomenal. natureza bem cuidada... relva aparada, piscina exterior limpíssima.. casa a direita.. toca a estacionar... e vamos lá para dentro. um salão grande, estilo quinta antiga. luz fraca. gostei, sinceramente a instalação é completamente diferente do que um tipo está habituado aqui nos bares do porto."
Pela descrição parece um sítio a visitar. Oh wait...
Reparar no pormenor "diferente do que um tipo está habituado". Como diriam os mestres da velha e grande Radical, gostas pouco gostas.
"veio ter comigo uma tipa de goiás.. ui ui... deus me livre sô... eta bixo feio(...)despachei claro. muito simpática, mas infelizmente nesta área não é tudo."
Acho muito bem que se vai pagar que peça qualidade.
"depois veio ter comigo uma loirinha. (...) minha nossa que avião (...)uma verdadeira dama! estivemos muito tempo na conversa, os copos são baratos, para aquilo que estamos acostumados. "
Mais uma vez reparar no "estamos acostumados".
"figth 40, 30 min em quarto normal , 70 30 min em quarto com piscina, se bem que ainda não consegui perceber o que se consegue fazer em 30 min num quarto com piscina.. só se for tipo flash..."
Suponho que aqui está a falar de preços, mas quer me parecer que existe um código dos utilizadores de prostitutas que é indecifrável ao cidadão comum.
"havia cerca de 10 a 15 meninas a trabalhar, além dessa "índia" havia uma outra que era meio gordita, de resto é mais uma questão de gosto, considero que no geral está numa boa média. tlvz uma nota de 7/10 para a apreciação geral das meninas."
Gajas para todos os gostos, assim é que eu gosto. Mais uma vez o homem mostra ser um mestre no que toca à prostituição.
"o que não gostei foi do tempo nos quartos/controle do tempo... não por parte da gp, mas por parte da gerencia, que telefona por quarto a "expulsar", o tempo já é curto assim então a situação complica."
Foda-se, quecas em contra-relógio???
Para quem quiser, o texto completo está aqui.
sábado, 13 de setembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Ticketline
Hoje passei por uma daquelas experiências que todos já passamos na vida: estar numa fila com senhas. Sim, estou a falar daquelas maquininhas das quais tiramos um papel com um número e ficamos colados num painel à espera que esse número apareça para gritar Bingo.
Independentemente do que estivermos à espera, seja um papel para a reforma na loja do cidadão, ou um pedaço de carne de vaca no talho, todas as esperas têm uma ordem cronológica comum.
Em primeiro lugar temos a felicidade de tirar o papel com o nº x34 e ver que o painel vai no x40. Depois temos o choque de reparar que o nosso número é o 234 e o painel está no 340. Após se lidar com esta fase inicial, vem a fase em que os número começam a andar ligeiramente rápido, e temos esperança que não vai faltar muito até a nossa vez (stupid people never learn).
A certa altura, deixamo-nos de nos preocupar com o painel, mas sim com as outras pessoas na fila. Odiamos o gajo que tem uma senha 10 números abaixo da nossa. Sentimo-nos superiores ao gajo com o número a seguir. Partimo-nos a rir com a rapariga que acabou de tirar uma senha.
É nesta fase que nos chega uma dúvida existencial. A vontade começa apertar, mas há o medo de passar o número. Devemos ou não ir à casa de banho? Apesar de ainda faltarem 30 números, e termos a certeza de que ainda temos 1 hora de espera, temos sempre medo de ir à casa de banho. E quando finalmente decidimos ir, há dois números que são passados à frente, e voltamos atrás com essa decisão.
Finalmente o painel anuncia que já faltam menos de 10 números. Cada número que não é passado à frente faz-nos odiar a pessoa com esse número. Quando só falta 1 número, colamo-nos ao balcão com medo que saltem o nosso número. E, finalmente, somos atendidos, e saímos da fila com o ar de rei do mundo, olhando com desprezo e vontade de rir para aqueles que ainda lá ficam.
Como bónus do dia, vamos deixar ficar aqui as três leis de Murphy-Amorim sobre filas com senhas
1- A pessoa com o número antes do nosso é sempre aquela que demora mais tempo.
2- Se formos à casa de banho, o nosso número vai passar. Independentemente de ainda faltarem 100 números.
3- O sítio onde estamos à espera vai fechar quando era a nossa vez.
Independentemente do que estivermos à espera, seja um papel para a reforma na loja do cidadão, ou um pedaço de carne de vaca no talho, todas as esperas têm uma ordem cronológica comum.
Em primeiro lugar temos a felicidade de tirar o papel com o nº x34 e ver que o painel vai no x40. Depois temos o choque de reparar que o nosso número é o 234 e o painel está no 340. Após se lidar com esta fase inicial, vem a fase em que os número começam a andar ligeiramente rápido, e temos esperança que não vai faltar muito até a nossa vez (stupid people never learn).
A certa altura, deixamo-nos de nos preocupar com o painel, mas sim com as outras pessoas na fila. Odiamos o gajo que tem uma senha 10 números abaixo da nossa. Sentimo-nos superiores ao gajo com o número a seguir. Partimo-nos a rir com a rapariga que acabou de tirar uma senha.
É nesta fase que nos chega uma dúvida existencial. A vontade começa apertar, mas há o medo de passar o número. Devemos ou não ir à casa de banho? Apesar de ainda faltarem 30 números, e termos a certeza de que ainda temos 1 hora de espera, temos sempre medo de ir à casa de banho. E quando finalmente decidimos ir, há dois números que são passados à frente, e voltamos atrás com essa decisão.
Finalmente o painel anuncia que já faltam menos de 10 números. Cada número que não é passado à frente faz-nos odiar a pessoa com esse número. Quando só falta 1 número, colamo-nos ao balcão com medo que saltem o nosso número. E, finalmente, somos atendidos, e saímos da fila com o ar de rei do mundo, olhando com desprezo e vontade de rir para aqueles que ainda lá ficam.
Como bónus do dia, vamos deixar ficar aqui as três leis de Murphy-Amorim sobre filas com senhas
1- A pessoa com o número antes do nosso é sempre aquela que demora mais tempo.
2- Se formos à casa de banho, o nosso número vai passar. Independentemente de ainda faltarem 100 números.
3- O sítio onde estamos à espera vai fechar quando era a nossa vez.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Tabela de verdade
Depois de longos anos de estudo, testes e comparações, a redacção orgulha-se de apresentar o primeiro gráfico que permite caracterizar os elementos do sexo feminino. (ndr: a "Hot-Crazy Scale" não é considerada um gráfico classificatório, mas um auxiliar para determinar se vale a pena dormir com a dada rapariga).

Como podemos ver, este gráfico classifica os elementos do sexo feminino segundo a atractividade e a inteligência.
A linha vermelha representa a chamada "Linha de equilíbrio". Segundo o estudo, cerca de 90% dos elementos do sexo feminino encontram-se perto desta linha.
O gráfico também diferencia as raparigas em cinco regiões, sendo três delas regiões de equilíbrio (azuis) e duas delas regiões polares (verdes).
Regiões de equilíbrio:
1- Região casamento: Nesta região encontram-se as raparigas cuja inteligência supera largamente a sua atractividade. São as raparigas adequadas para relações muito sérias, pois à medida que a idade vai avançando, o factor atractividade vai perdendo importância.
2- Região namoro: Esta região engloba as raparigas mais equilibradas, com valores de inteligência e atractividade semelhantes. São ideais para relações a médio prazo em que ambos os factores têm importância.
3- Região "One Night Stand": Zona das "gajas mesmo mesmo boas", mas só com merda na cabeça. Não se aconselham relações que durem mais que uma semana com estes espécimens, pois podem provocar graves lesões mentais. Curtes de uma noite são altamente aconselháveis.
Regiões polares:
A- Região Bar: Se Deus existisse, estas raparigas teriam de ter nascido no seu dia de folga. São as maiores candidatas à morte solteira. No entanto, são conhecidas por ter uma actividade sexual muito elevada, proveniente dos gajos bêbedos que engatam nos bares.
B- Região Utopia: Zona das raparigas perfeitas. Estima-se que apenas 0,001% dos elementos do sexo feminino se encontram nesta área. Se considerarmos que mesmo que se encontre uma, a probabilidade de acontecer alguma coisa é de 0,05%, ficamos a saber que temos uma probabilidade de 0,00005% de ter alguma coisa com uma rapariga deste lote. Boa Sorte.
Como podemos ver, este gráfico classifica os elementos do sexo feminino segundo a atractividade e a inteligência.
A linha vermelha representa a chamada "Linha de equilíbrio". Segundo o estudo, cerca de 90% dos elementos do sexo feminino encontram-se perto desta linha.
O gráfico também diferencia as raparigas em cinco regiões, sendo três delas regiões de equilíbrio (azuis) e duas delas regiões polares (verdes).
Regiões de equilíbrio:
1- Região casamento: Nesta região encontram-se as raparigas cuja inteligência supera largamente a sua atractividade. São as raparigas adequadas para relações muito sérias, pois à medida que a idade vai avançando, o factor atractividade vai perdendo importância.
2- Região namoro: Esta região engloba as raparigas mais equilibradas, com valores de inteligência e atractividade semelhantes. São ideais para relações a médio prazo em que ambos os factores têm importância.
3- Região "One Night Stand": Zona das "gajas mesmo mesmo boas", mas só com merda na cabeça. Não se aconselham relações que durem mais que uma semana com estes espécimens, pois podem provocar graves lesões mentais. Curtes de uma noite são altamente aconselháveis.
Regiões polares:
A- Região Bar: Se Deus existisse, estas raparigas teriam de ter nascido no seu dia de folga. São as maiores candidatas à morte solteira. No entanto, são conhecidas por ter uma actividade sexual muito elevada, proveniente dos gajos bêbedos que engatam nos bares.
B- Região Utopia: Zona das raparigas perfeitas. Estima-se que apenas 0,001% dos elementos do sexo feminino se encontram nesta área. Se considerarmos que mesmo que se encontre uma, a probabilidade de acontecer alguma coisa é de 0,05%, ficamos a saber que temos uma probabilidade de 0,00005% de ter alguma coisa com uma rapariga deste lote. Boa Sorte.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Humor Negro
Eu sei que estão à espera de mais um longo testamento de ideias inúteis. Mas não, hoje, devido à lesão cerebral provocada por esta, vamos só deixar aqui uma pequena piada. Mas não é uma piada qualquer. É uma das piadas mais racistas alguma vez feita.
Como é que uma mulher preta combate o crime?
Resposta: Faz um aborto
Como é que uma mulher preta combate o crime?
Resposta: Faz um aborto
domingo, 7 de setembro de 2008
Return of the Jedi
É verdade. Estou de volta. Podia estar neste momento a descansar das longas viagens, mas vim aqui para não deixar os nossos leitores ávidos de mais uns minutos de leitura sobre absolutamente nada (inserir música sentimental).
Tenho que admitir, sempre que vou de férias para fora do país, há uma parte de mim que quer logo voltar (e não, não é a parte que se lembra que deixei a porno toda em casa). O ter de comunicar numa língua estrangeira (pronto, foi um bocadinho a parte da porno), as saudades de um bife com batatas e ovo a cavalo como só há em Portugal (talvez tenha sido maioritariamente a porno), fazem-nos sentir vontade de voltar para o nosso cantinho.
Mas a coisa que me mais me irrita no estrangeiro e me faz adorar Portugal (ok, a segunda coisa, a primeira é a porno...), é o facto de as gajas não perceberem os piropos. Sejam elas búlgaras, inglesas, italianas, ou qualquer outro tipo de raça de pito com pernas, ficam totalmente indiferentes a um "Oh filha, só não tenho pêlos na língua porque tu não deixas".
Anyway, eu sei que prometi a minha história de fama na Bulgária, mas por hoje vou-me ficar por aqui. Para os mais curiosos, usem o Google para traduzir este site. Algures lá no meio tem uma entrevista minha.
Hasta
Tenho que admitir, sempre que vou de férias para fora do país, há uma parte de mim que quer logo voltar (e não, não é a parte que se lembra que deixei a porno toda em casa). O ter de comunicar numa língua estrangeira (pronto, foi um bocadinho a parte da porno), as saudades de um bife com batatas e ovo a cavalo como só há em Portugal (talvez tenha sido maioritariamente a porno), fazem-nos sentir vontade de voltar para o nosso cantinho.
Mas a coisa que me mais me irrita no estrangeiro e me faz adorar Portugal (ok, a segunda coisa, a primeira é a porno...), é o facto de as gajas não perceberem os piropos. Sejam elas búlgaras, inglesas, italianas, ou qualquer outro tipo de raça de pito com pernas, ficam totalmente indiferentes a um "Oh filha, só não tenho pêlos na língua porque tu não deixas".
Anyway, eu sei que prometi a minha história de fama na Bulgária, mas por hoje vou-me ficar por aqui. Para os mais curiosos, usem o Google para traduzir este site. Algures lá no meio tem uma entrevista minha.
Hasta
sábado, 30 de agosto de 2008
Wait for it...
Resolvi fazer uma paragem nas minhas tentativas inúteis de tentar perceber o alfabeto cirílico e vir aqui fazer uma auto-promoção da minha estupidez.
Antes de tudo há que referir que finalmente a grande busca da humanidade finalmente terminou. O Santo Graal da era moderna, a fonte da juventude e a pedra filosofal todas combinadas num labirinto sem fim: existe um país num estado ainda pior que Portugal.
Sim, é verdade, à beira deste país onde aparentemente se comunica por diagramas, Portugal é um paraíso. Zonas residenciais às quais a Cova da Moura faz inveja, estradas que fazem lembrar a cara dum adolescente com acne, e habitantes com tanto medo da polícia que se assustam com uma simples foto, são só alguns dos ingredientes que fazem este país um motivo de orgulho para nós.
Mas nem tudo é mau. O atraso económico faz com que se pague 0.70€ por 0.5 l de cerveja. Para além disso, parece que os casinos se reproduzem como coelhos, o que, para alguém com uma recentemente adquirida maior idade, é como conhecer um novo mundo...e uma nova maneira de esvaziar os bolsos...
Se possível, voltarei aqui ainda antes do fim da semana, com a história de como me tornei uma celebridade nacional búlgara. Hasta
Antes de tudo há que referir que finalmente a grande busca da humanidade finalmente terminou. O Santo Graal da era moderna, a fonte da juventude e a pedra filosofal todas combinadas num labirinto sem fim: existe um país num estado ainda pior que Portugal.
Sim, é verdade, à beira deste país onde aparentemente se comunica por diagramas, Portugal é um paraíso. Zonas residenciais às quais a Cova da Moura faz inveja, estradas que fazem lembrar a cara dum adolescente com acne, e habitantes com tanto medo da polícia que se assustam com uma simples foto, são só alguns dos ingredientes que fazem este país um motivo de orgulho para nós.
Mas nem tudo é mau. O atraso económico faz com que se pague 0.70€ por 0.5 l de cerveja. Para além disso, parece que os casinos se reproduzem como coelhos, o que, para alguém com uma recentemente adquirida maior idade, é como conhecer um novo mundo...e uma nova maneira de esvaziar os bolsos...
Se possível, voltarei aqui ainda antes do fim da semana, com a história de como me tornei uma celebridade nacional búlgara. Hasta
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Vacaciones
É verdade. Aparentemente, estar sentado o dia todo a ganhar calos nas regiões conhecidas por nádegas, também cansa. Por isso, a gerência deste blog decidiu organizar umas férias para todos os trabalhadores, de forma a libertarem a cabeça de todo este stress bloguista.
A todos os nossos fieis leitores (who?) pedimos que não desesperem, pois existe possibilidade de nos intervalos dos encontros com as belas senhoras do Mar Negro, vir aqui alguém fazer uma actualizaçãozinha (o mais provável é estar aqui o tempo todo).
Hasta
A todos os nossos fieis leitores (who?) pedimos que não desesperem, pois existe possibilidade de nos intervalos dos encontros com as belas senhoras do Mar Negro, vir aqui alguém fazer uma actualizaçãozinha (o mais provável é estar aqui o tempo todo).
Hasta
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